As gerações mais jovens, como Millennials e a Geração Z, crescem em um mundo digitalizado, onde a informação e a conexão acontecem instantaneamente. Para elas, a frequência à igreja tradicional, muitas vezes percebida como mecanicista ou desconectada, não atende às suas expectativas de envolvimento profundo. Em vez disso, buscam experiências que combinem fé com relevância social, inovação e autenticidade. Enquanto as gerações anteriores participavam de cultos formais e rotinas fixas, os mais jovens querem participar de comunidades que os envolvam ativamente, que dialoguem com suas dúvidas e que os desafiem a viver uma fé prática no dia a dia. Eles querem fazer parte de uma missão maior, onde suas ações tenham impacto real na sociedade e onde possam experimentar a presença de Deus de formas novas e criativas. A Nova Forma de Frequentar Igrejas Hoje, as pessoas querem mais do que um evento semanal; desejam uma jornada de crescimento e pertencimento. Igrejas que entendem essa mudança...
Continuando nossa reflexão sobre o papel do entusiasmo espiritual na vitalidade da igreja em 2026, é importante também entendermos o verdadeiro ritmo do crescimento do Reino de Deus. Muitas vezes, esse crescimento é silencioso, invisível aos olhos humanos, mas tão real e poderoso quanto uma planta que cresce lentamente, dia após dia. A Igreja Como uma Planta Viva Jesus, em Marcos 4:26-28, nos oferece uma ilustração preciosa: “O Reino de Deus é como um homem que lança a semente na terra. De madrugada, dorme, e de manhã, levanta-se, e a semente brota e cresce; de si mesma, ela germina e cresce, embora ele não saiba como.” Essa passagem revela que o crescimento do Reino de Deus não depende de ações grandiosas ou de resultados instantâneos, mas de um processo natural e contínuo, muitas vezes invisível aos nossos olhos. Assim como uma planta que nasce de uma semente e vai crescendo silenciosamente, a Igreja também deve estar sempre em um processo de desenvolvimento, firme e saudável, mesmo ...